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Garras e GOI reforçam policiamento após sequência de crimes violentos em Sidrolândia

Equipes especializadas da Polícia Civil ampliaram a presença nas ruas do município durante a noite de segunda-feira (21)

Redação/ Sidronews
Garras e GOI reforçam policiamento após sequência de crimes violentos em Sidrolândia

Foto: Divulgação

Equipes especializadas da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul reforçaram o policiamento em Sidrolândia após uma sequência de homicídios, tentativas de homicídio e ataques a tiros registrados nas últimas semanas.

Na noite de segunda-feira (21), policiais do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garras) e do Grupo de Operações e Investigações (GOI), que saíram de Campo Grande, realizaram patrulhamento em diferentes pontos da cidade.

A ação teve como objetivo ampliar a presença policial e contribuir para a prevenção de novos crimes, especialmente em regiões que registraram ocorrências recentes, como os bairros Jatobá, Cascatinha e São Bento.

Reforço ocorre em meio a cenário de violência

A presença das equipes especializadas ocorre em um momento de atenção das forças de segurança devido aos recentes episódios violentos registrados no município.

Segundo informações divulgadas sobre a operação, o patrulhamento busca inibir a atuação de grupos criminosos e aumentar a segurança nas áreas consideradas mais sensíveis. O reforço também foi solicitado em meio às discussões sobre a necessidade de ampliar a estrutura policial disponível na cidade.

Atualmente, a Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia conta com três investigadores, dois escrivães e dois delegados, além de servidores cedidos e estagiários. A estrutura considerada necessária para atender à demanda do município seria maior.

Golpe usa nome de facções para ameaçar comerciantes

Além dos crimes violentos, comerciantes também passaram a receber ameaças e cobranças falsas atribuídas a integrantes de facções criminosas.

Em um dos casos, um comerciante recebeu um áudio no qual um homem exigia R$ 500, apresentado como uma suposta “taxa de segurança”, além de ameaçar incendiar o estabelecimento caso o pagamento não fosse realizado.

A Polícia Militar orientou que moradores e comerciantes não façam transferências, bloqueiem os números utilizados pelos criminosos e procurem a Polícia Civil para registrar a ocorrência. Em caso de dúvida ou ameaça, também é possível acionar o 190.

As autoridades também alertam para o cuidado com informações pessoais divulgadas nas redes sociais, que podem ser utilizadas por golpistas para tornar as ameaças mais convincentes.

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