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Pilotos de drones terão que fazer prova obrigatória para voar no Brasil

Nova regra muda operação de drones e exige qualificação de pilotos

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Pilotos de drones terão que fazer prova obrigatória para voar no Brasil

"A autorização é fundamental para que o trabalho seja realizado dentro da legalidade e com segurança. Em Fortaleza, todos os voos que realizamos estavam devidamente regularizados, respeitando as exigências dos órgãos responsáveis", afirmou Régis Cotting.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) implementou novas regras para a operação de drones no Brasil e passou a exigir uma avaliação teórica obrigatória para pilotos que utilizam equipamentos com peso superior a 250 gramas.

A medida faz parte do novo Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC 100), apresentado pela agência com o objetivo de aumentar a segurança das operações e adequar a utilização dos drones ao crescimento do setor no país.

Pelas novas normas, os operadores deverão demonstrar conhecimento sobre regras de voo, segurança operacional, uso do espaço aéreo e responsabilidades durante a pilotagem. A avaliação será realizada de forma online e gratuita por meio da plataforma oficial da ANAC.

Os drones com peso de até 250 gramas continuam dispensados da exigência, desde que sejam utilizados dentro dos limites estabelecidos pela regulamentação, como a manutenção da aeronave dentro do campo visual do piloto e o respeito à altitude máxima permitida.

A agência destaca que a mudança acompanha o aumento expressivo do número de drones em atividade no Brasil, utilizados em áreas como fotografia, agricultura, construção civil, segurança, inspeções técnicas e entretenimento.

Embora a realização de um curso preparatório não seja obrigatória, especialistas recomendam que os pilotos busquem capacitação para conhecer as normas e evitar infrações que podem resultar em multas e outras penalidades.

O piloto de drone Régis Pereira Cotting destacou que a medida traz mais segurança para a atividade e contribui para a profissionalização do setor. Segundo ele, a exigência da avaliação teórica ajudará os operadores a conhecer melhor as regras do espaço aéreo e a atuar de forma mais responsável.

"Acredito que essa mudança é importante porque garante que os pilotos tenham conhecimento das normas e da segurança necessária para operar um drone. Com mais informação e capacitação, todos ganham, tanto os profissionais quanto a população", afirmou Régis Cotting. SIGA REGIS NO INSTAGRAM

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