Toxicológico vira exigência para categorias A e B e impede habilitação até por maconha
Ciclomotores: placa, Renavam, CNH/ACC e capacete viram obrigatórios em 2026

Ano começa com 5 mudanças importantes nas leis de trânsito no Brasil - Foto SN/IA
Ciclomotores: placa, Renavam, CNH/ACC e capacete viram obrigatórios em 2026

Ano começa com 5 mudanças importantes nas leis de trânsito no Brasil - Foto SN/IA
Desde mudanças recentes no Código de Trânsito, o exame toxicológico passou a ser obrigatório também para quem vai tirar a 1ª habilitação nas categorias A (moto) e B (carro) — antes valia só para C, D e E. A exigência voltou após o Congresso derrubar vetos, consolidando a regra na Lei 15.153/25.
O teste exigido é o toxicológico de larga janela, feito com cabelo ou pelos, e pega consumo em uma janela mínima de 90 dias (3 meses). Se der positivo, o candidato pode ser impedido de concluir a emissão da CNH até regularizar a situação.
Entre as substâncias rastreadas estão:
Canabinoides (maconha): THC-COOH, maconha, haxixe, skunk
Cocaína e derivados: crack, benzoilecgonina, cocaetileno, norcocaína
Anfetaminas e estimulantes: rebite, metanfetamina, MDMA, MDA, anfepramona, femproporex, mazindol
Opiáceos: morfina, codeína, heroína
Esse ponto é central: quem usa maconha pode reprovar no toxicológico e não conseguir emitir a CNH na primeira habilitação.
Entraram em vigor regras que exigem:
CNH categoria A ou ACC para conduzir ciclomotor
Registro no Renavam e emplacamento
Capacete obrigatório
A base é resolução do Contran aprovada anteriormente, mas com vigência efetiva agora.
Pilotar ciclomotor sem habilitação/ACC passa a ser infração gravíssima, com punições previstas e possibilidade de retenção do veículo.

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