Depois, um novo caminho. Casou-se, mudou-se para Campo Grande e ali viveu 33 anos de história matrimonial. Uma vida compartilhada, de lutas e conquistas, de dias bons e difíceis.
Sua vida foi interrompida de forma brutal pela violência. E dói pensar em tudo o que ainda poderia viver. Quantas orações ainda faria, quantas pessoas ainda ajudaria, quantos aniversários ainda celebraria conosco.
Mas hoje escolhemos não defini-la pelo modo como partiu.
Ela foi muito mais.
Foi a menina de Sidrolândia.
Foi a jovem do Magistério.
Foi a mulher discreta, dedicada à família, de coração generoso.
Foi filha, irmã, amiga, esposa e mulher de fé.
A violência levou seus dias futuros, mas não apagou os dias que ela viveu. Não apagou sua voz, seu sorriso, seu exemplo.
Enquanto houver alguém que se lembre dela com amor, ela jamais será esquecida.
Que Deus, em quem ela creu e a quem buscou todos os dias, conforte a todos nós e transforme, com o tempo, a dor em gratidão por termos caminhado um pedaço da estrada ao lado dela.
Sua vida foi interrompida, mas sua história continuará em nossas lembranças.
“Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos.” — Salmos 116:15
Mario Nantes de Arruda
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